 | | Pedro Duarte Neves era sem dúvida o responsável de reguladores e supervisores mais bem colocado para ser o bode expiatório do que correu mal, mesmo que não assumido, na intervenção no Banco Espírito Santo. Carregava três escândalos na banca nos seus oito anos de vice-governador responsável pela supervisão. Cai com o quarto caso. Não se pode considerar que é correcto nem consistente com o que se tem dito até agora sobre o sucesso da acção no BES. Mas adivinham-se as razões O Governo e o Banco de Portugal têm de se preparar para a comissão de inquérito ao caso BES. E é preciso acalmar a KPMG. |  |  | | | | |
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